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Técnico em Contabilidade: Voltando a estudar!
22 de julho de 2015

Oi pessoal, tudo bem?
A novidade de hoje é meio pessoal, mas achei que tinha mais “a ver” com a categoria Estudos e Profissões hahaha Quem me conhece há um bom tempo sabe que eu tenho um caso de amor e ódio com a contabilidade. Meu pai é contador e desde que eu me entendo por gente sempre achei super legal poder trabalhar em casa (de bermuda ou pijama!), fazer meu próprio horário, ser meu próprio chefe e, ainda por cima: ganhar bem!
Maaaaaaas, ao mesmo tempo, nunca gostei de lidar com números, cálculos e contas. Já trabalhei em um escritório de contabilidade e não me identificava muito com aquilo ali. Gostava e não gostava ao mesmo tempo.

Passei em letras, fiz meu curso, me afastei totalmente da área e agora, por inúmeros motivos, decidi me arriscar de novo. Será que eu consigo?

Começaram ontem minhas aulas do Técnico de Contabilidade, na ETEC aqui de Assis. Por que não Ciências Contábeis? Bom, em primeiro lugar porque eu não tô podendo pagar hahaha e não tem pública aqui na minha cidade… E em segundo lugar porque mais 4 anos de graduação, pra mim, é meio fora de mão… O curso técnico é um ano e meio e -eu acho- que atende à minhas necessidades imediatas. Vamos ver né… 😛

Foi estranho, BEM estanho, entrar numa sala, uma escola, com alunos de 16 anos na mesma turma que eu! Todo mundo de uniforme, regras e condutas que a faculdade não exige mais dos alunos e que eu não “sigo” há 7 anos 😛 *a velha* Mas me deu um sentimento bom, de estou no lugar certo fazendo a coisa certa, – mas no horário errado! – o curso é a noite, não gosto de estudar a noite, hoje mesmo acordei ás 10h porque ontem cheguei em casa já era mais de meia noite, mas eu acredito que alguns desafios valem a pena na nossa vida.

Esse curso é só um “update” mesmo, pra contar pra vocês o que ando fazendo e como meu tempo vai se tornar mais curto ainda agora x.x Mas pretendo continuar com a frequência de posts!

Pra quem não sabe, já rolou aqui no Profissão de Blogueiro um post super especial sobre Ciências Contábeis e, mais pra frente, pretendo voltar com um sobre o Técnico em Contabilidade, falando dos pontos positivos e negativos em relação à graduação!

E vamo que vamo que estudar nunca é demais! <3

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Post por: K-Chan Nhayök


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Zenfone 5 – reclamação e péssimo atendimento da Asus Brasil
20 de julho de 2015

Muitos criticam o “jeitinho brasileiro” de resolver problemas, isso já até tomou proporções internacionais e deu muita briga. Mas, como resolver as coisas em um país onde a burocracia é complexa, o sistema público é lento e a justiça quase sempre falha?
O “jeitinho brasileiro” nada mais é do que uma forma que o verdadeiro brasileiro encontrou para sobreviver ao Brasil. Como assim? Vou explicar…

A maioria aqui já sabe, mas pra quem ainda não sabe: eu morei dois anos em Portugal. Lá eu pude notar o quão necessário é o “jeitinho brasileiro” aqui no Brasil e o quão dispensável e inútil ele é lá fora.
Vamos definir esse tal de “jeitinho brasileiro” primeiro:

É uma forma de resolver problemas, passando por cima daquela que seria a resolução “oficial”, pulando a burocracia necessária para chegar até o resultado esperado, muitas vezes contando com a ajuda de terceiros, que tenham qualquer nível de conhecimento na área.

Não posso dizer isso de todos os países, mas nos países da Europa pelos quais passei, especialmente Portugal, não precisamos recorrer a terceiros, porque as coisas funcionam, as burocracias são simples e rápidas e é muito fácil ser atendido, socorrido e ter seus direitos assegurados, caso você realmente precise. Não há aquele medo de ir atrás dos nossos direitos, não passaremos por mentirosos e nem seremos questionados ou influenciados a desistir de buscar aquilo que deveria ser nosso.

Por outro lado, aqui no Brasil, sempre que precisamos de um “socorro” de “órgãos superiores”, somos desmotivamos por um simples pensamento que já está enculturado por nós: vai demorar. Quem aqui não sai e casa sem hora pra voltar quando sabe que vai haver uma reunião, tirar um documento ou ir atrás de algo que demande algum processo burocrático, por mais simples que aparente ser?
Pois é, as vezes preferimos pagar (médicos, técnicos não autorizados, despachantes, advogados particulares) por serviços que deveríamos ter atendimento gratuito e de qualidade aqui no Brasil, simplesmente porque sabemos que vai demorar muito conseguir algo da forma convencional, da forma que deveria ser a correta.

E esse meu post vem depois de precisar utilizar um serviço de garantia aqui no Brasil. Lembro-me que a primeira vez que precisei de um serviço desse tipo, foi lá em Portugal, a lente retrátil de uma câmera fotográfica minha parou de funcionar ficava sempre para fora da câmera e, como havia um pequeno ralado do lado de fora (esse ralado tinha sido por mau uso), meus amigos brasileiros me disseram para nem ir atrás da garantia, porque iria alegar que eu havia derrubado a câmera, causando o defeito na lente (o que não havia ocorrido). Mas eu resolvi ir, afinal de contas, não tinha nada a perder. Levei a loja e sequer me perguntaram o motivo: estava dentro do prazo da garantia e eu tinha o total direito de enviar a câmera, mesmo que ela funcionasse perfeitamente – e eles tinham o dever de averiguar o que estava acontecendo e depois decidir se fariam ou não o reparo.
Eis que, 5 dias depois me ligaram, achei que seria com a má notícia de que não cobririam o reparo da lente, mas não, era para avisar que meu produto estava reparado e pronto para ser retirado na loja.
Um tempo depois um mp4 que eu comprei parou de funcionar, levei e me deram um novo ainda na loja, sem sequer enviar para a garantia. Resolvi tudo em um dia.

Mas, como nem tudo são flores, isso aconteceu em Portugal. Aqui no Brasil as coisas não são assim. Quem segue a minha fan page no Facebook, deve ter visto esse post, no qual explico porque tirei a resenha do Zenfone 5 do ar aqui do blog e critico o atendimento que recebi da Asus Brasil.

O que aconteceu com o Zenfone 5?

Publiquei no site Reclame Aqui, uma reclamação, que não está sozinha lá, sobre a tela do meu Zenfone 5 ter trincado, sem que o celular sofresse quedas, batidas ou qualquer dano que pudesse prejudicá-lo. Estava com capinha e película protetora, protegido dentro da bolsa, a bolsa estava no meu ombro e eu estava em pé quando tudo aconteceu.
Fui respondida pela empresa que isso se caracteriza como “dano causado”, devido a queda. Responderam isso sem sequer avaliarem os danos do meu aparelho e ignorando o fato dele NÃO TER CAÍDO e, após réplica da reclamação, não houveram mais respostas. Também reclamei pelo site oficial da Asus Brasil e sigo sem respostas, além da resposta que recebi pelo Reclame Aqui.

Compartilho aqui um vídeo de uma pessoa que teve um problema semelhante ao meu:

Compartilho também mais 12 reclamações que podem ser encontradas na PRIMEIRA página de buscas do Google:

  • 1 http://www.reclameaqui.com.br/13747083/asus/tela-trincada-zenfone-5/
    2 http://www.reclameaqui.com.br/13714093/asus/zen-fone-5-tela-quebrada/
    3 http://www.reclameaqui.com.br/11493088/asus/asus-zenfone-5-tela-trincada/
    4 http://www.reclameaqui.com.br/12885129/asus/asus-zenfone-5-tela-trincada/
    5 http://www.reclameaqui.com.br/11147998/asus/asus-zenfone-5-tela-trincada/
    6 http://www.reclameaqui.com.br/13746986/asus/tela-zenfone-5-trincada/
    7 http://www.reclameaqui.com.br/13825890/asus/zenfone-5-tela-trincada/
    9 http://www.reclameaqui.com.br/13774768/asus/tela-trincada-zenfone-5/
    10 http://www.reclameaqui.com.br/13687107/asus/zenfone-5-tela-trincada/
    11 http://www.tudocelular.com/Asus/comentarios/n2604/Asus-ZenFone-5.html
    12 https://www.reclamao.com/reclamacao-contra-asus-brasil/905353/zenfone-5/
  • O Zenfone 5 se provou um produto com um ótimo processador, mas de péssima qualidade e, mais uma vez, o atendimento do Brasil provou ser ineficiente, desconfia do consumidor e não cumpre seu dever, sendo que meu aparelho é novo e não deveria apresentar esse tipo de defeito.

    E agora, Asus Brasil?

    Agora que hoje mesmo irei ao PROCON, registrar oficialmente minha queixa e, enquanto isso, sigo sem celular e sem dinheiro, porque o Zenfone 5 não é o mais barato dos aparelhos para que as pessoas possam simplesmente consertá-lo ou descartá-lo em menos de seis meses. Mas, resolvendo ou não, fica aqui registrado minha tremenda INSATISFAÇÃO com a Asus Brasil, o mau atendimento ao consumidor no país e essa bagunça toda que está a minha vida.

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    Post por: K-Chan Nhayök


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    Eu vejo além do que se vê com os olhos
    17 de julho de 2015

    Quando eu era mais nova, havia uma cantora pop/rock que eu gostava muito. O nome dela é Avril Lavigne… Ela cantava uma música sobre uma garota e um skatista, a música contava mais ou menos a história de uma garota que se apaixonou pelo skatista, mas ela era patricinha, mimada e se importava demais com o que os outros pensavam. O rapaz só queria seguir seus sonhos e fazer aquilo que ama.
    As amigas da garota torciam o nariz e falavam mal do rapaz, por causa de suas roupas, por ele parecer tão despreocupado com a vida… Então os dois se separaram. Anos depois a garota, sozinha em casa, liga a tv e vê que o rapaz realizou seu maior sonho: virar um roqueiro famoso. Ela vai ao show dele, mas é tarde demais, ele havia encontrado outra garota, que “via além do que os olhos podem ver” e estava feliz e realizado com alguém que lhe dava valor desde o começo.

    Eu jurei pra mim mesma que nunca cometeria esse erro, que sempre iria buscar ver além do que se vê com os olhos e que jamais deixaria as pessoas se meterem nos meus relacionamentos, mas não foi bem assim, óbvio.
    O tempo passou, nunca mais ouvi essa música, mas, depois de terminar meu último relacionamento, percebi que estava seguindo padrões, mesmo que inconscientemente.
    Eu sempre me relacionava com caras “certinhos”, “bem resolvidos”, “de família boa” que “queriam ou tinham uma profissão, uma faculdade, um emprego”… Tudo que minhas amigas queriam pra mim, que tinham tudo que me diziam que era preciso um “cara certo” ter… Mas será que tinham tudo que EU queria?

    Até que eu conheci o meu “skatista”… Foi num desses erros da vida, quando a gente vai onde não deve ir, mas o coração manda ir, sabe? Os motivos errados me levaram até ele, mas ainda bem que eu fui.
    Foi no dia dos namorados que nossos olhares de cruzaram pela primeira vez… E eu soube que dentro daqueles olhos havia uma alma que eu precisava conhecer.
    O tempo parou ali mesmo. Cada segundo parecia uma eternidade, porque estava cheio de informação. Cada sorriso, cada frase, cada gesto… Os toques sutis e despretensiosos de nossos joelhos por debaixo da mesa que me ruborizavam… Tudo se convertia em mistérios que eu queria desvendar.

    Aquele cara, com sonhos de ser famoso que levava a vida de forma simples e leve, acordou meus sonhos que estavam adormecidos e fez de mim uma pessoa melhor. Como? Não sei… Mas foi a primeira vez que eu vi alguém para além do que meus olhos viam, naquele dia eu sei que penetramos na alma um do outro. E, quando se penetra na alma de alguém se vê tanta coisa que é impossível voltar a ser você mesmo. Quando duas almas se conectam é impossível voltarem a ser só uma.

    Sorry girl, but you missed out
    Well tough luck that boy’s mine now
    We are more than just good friends
    This is how the story ends
    Too bad that you couldn’t see
    See the man that boy could be
    There is more than meets the eye
    I see the soul that is inside

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    Post por: K-Chan Nhayök