Profissão de Blogueiro #13 – Psicologia

Oi pessoal! Hoje eu trago novidades: o blog vai ter post toda segunda, quarta e sexta e vamos ter vlog todo fim de semana! Yaaaay \o/
Uma das minhas metas esse ano era organizar as postagens e manter uma frequência legal no blog, afinal de contas, em novembro teremos 10 anos de Klaryan.com! Então muuuitas novidades estão por vir!

O post de hoje é pro Profissão de Blogueiro, uma coletânea de posts com o intuito de ajudar aquele que está na fase da busca do vestibular e de uma profissão, aqui blogueiros convidados falam sobre sua experiência na faculdade, do mercado de trabalho em que atual e se o curso é realmente aquele conto de fadas que a gente espera!
Se você tiver interesse em participar mande um e-mail com seu nome, seu curso/profissão, fotos, seu blog e seu texto para aimereis@yahoo.com.br!

A profissão da vez é: psicologia! Com participação da dona Fogaca, dona do Dificionário <3

Nome: Giovanna Fogaça
Profissão/Curso: Psicologia, na UNESP.
Blog: Dificionário.

pisicologia

Minha jornada pela psicologia começou aos 16 anos, quando eu fazia parte de uma quadrilha de teatro amador na minha cidade natal – Botucatu- e coloquei na minha cabeça que queria estudar Artes Cênicas. Meus pais resolveram que isso não era certo (por N motivos) e me mandaram fazer teste vocacional e orientação profissional pra ver como ia ficar essa “palhaçada” de teatro. Entrei, então, pela primeira vez numa clínica de psicoterapia e saí de lá mais bagunçada do que entrei, mas apaixonada pela prática da psicóloga.
Ao terminar o ensino médio não fui direto pra universidade, tive algumas experiências profissionais que me deram muitas ferramentas e só aumentaram a certeza de que era psicologia o que eu devia estudar. Finalmente, aos 20 anos, eu passei em dois dos cinco vestibulares que prestei: UNESP Campus Assis e UEL. Optei por estudar na UNESP por situar-se numa cidade pequena onde o custo de vida seria menor (teoricamente), além das referências nacionais e internacionais ao curso de psicologia daqui.
Tudo muito lindo e belo, peguei minhas malinhas e vim me instalar em Assis sem nem conhecer a cidade (Gente, NUNCA façam isso, por favor!). Mamis, namorado e sogra da época vieram me trazer pro “abate” e aqui fiquei, chorando, e entregue aos melhores anos da minha vida. A vida de universitário fora de sua cidade natal é muito interessante e tem-se muito que falar sobre isso, mas é assunto para outro post.
A área de atuação de um(a) psicólogo(a), em geral, é muito ampla. Um profissional psi pode trabalhar nas áreas da saúde, da educação, jurídica, empresarial, orientação profissional, governos municipais, estaduais e federais, esportes, criminal e forense, ONGs, dentre tantas outras e até mesmo subdivisões destas. E onde trabalha? Escolas, hospitais, centros de saúde, juizado de menores, fóruns, empresas, prefeituras, órgãos de planejamento, creches, CAPs, CRAS, ONU, Médico Sem Fronteiras, clubes esportivos, e muitos, muitos outros lugares. Uma pergunta que ouço frequentemente de quem pensa em ser psicólogo (e também de parentes e curiosos) é: Dá dinheiro? E a minha resposta sempre é: Depende! Os rendimentos sempre serão de acordo com a oferta do mercado em determinada região, na área/especialidade que se resolve trabalhar, etc. Além do mais, o psicólogo pode trabalhar de forma autônoma também, no caso o psicólogo clínico, que atende em consultório e tal, além, é claro, da carreira acadêmica (que se é se formar e continuar na universidade, fazendo mestrado, doutorado, pós-doc e assim vai…)
Sobre o curso de bacharelado e formação de psicólogo na UNESP em Assis (não posso falar pelos outros, mas se surgirem dúvidas, é legal que o candidato se informe das grades curriculares e estágios de outras universidades: apesar de obter o mesmo título e o diploma ter a mesma validade, existem várias formas aprovadas pelo MEC de formação de psicólogos).
O curso de psicologia pertence à grande área das ciências humanas, e é composto por matérias de base como história, antropologia, filosofia, sociologia, biologia e estatística (sim, tem matemática num curso de humanas!). Mais tarde, essas bases serão utilizadas pras matérias mais específicas como psicologia da educação, psicodiagnóstico, psicobiologia, psicologia social, psicanálise, psicologia da adolescência, psicologia de grupos e instituições, psicologia da família, psicologia da atenção psicossocial e políticas públicas. (Deixei os nomes mais genéricos pra facilitar o entendimento de quem não tá nesse meio ainda, mas os nomes são mais específicos e bem chatinhos). Essas disciplinas fazem parte do currículo comum que cumprimos do primeiro ao sexto semestre. No segundo semestre do segundo ano, nós somos submetidos a uma seleção de estágio básico, os quais nos darão a noção de como escrever um projeto de pesquisa ou de intervenção e desenvolvê-lo junto às demandas de cada área. Já no início do quarto ano, passamos por outra seleção de estágios, mas estes agora são estágios profissionalizantes, e vão direcionar a formação dos alunos para áreas de atuação profissional, que como eu disse, são bastante amplas. Nós escolhemos dois estágios que serão desenvolvidos pelos dois últimos anos da graduação, supervisionados pelos docentes, e fazemos matérias específicas também: a partir daqui, a turma se fragmenta. É importante dizer que todos esses estágios são OBRIGATÓRIOS, e NÃO REMUNERADOS, eles são onde vamos aprender a profissão mesmo, mão na massa, foco, força e fé! Eles equivalem ao TCC que outros cursos e universidades exigem! 😉
As teorias e abordagens variam MUITO de curso pra curso, mas isso não quer dizer que não se estude esta ou aquela teoria aqui no curso. Na Unesp de Assis, a abordagem psicanalítica é uma referência no país, uma das poucas que tem uma base teórica extensa e sólida, mas aqui não tem só psicanalista não! Aqui também tem ótimos professores de abordagens cognitivo-comportamental, sócio histórica, psicologia da diferença, psicologia de gêneros, psicologia organizacional, psicobiologia, estética, fenomenologia, dentre outras. Eu sei que é muito nome estranho e específico, mas uma clicada no oráculo já poderá dar uma clareada nas ideias e ponderar essa ou aquela preferência.
É claro que ao sair da universidade com o diplominha na mão o sujeito não será um profissional completo. É isso mesmo, pois a completude não existe!! É preciso que o profissional se especialize de acordo com suas possibilidades e demandas, e que recicle seus conhecimentos periodicamente para que se atualize e se mantenha em movimento, acompanhando os progressos da ciência e do mundo.
Pra quem pensa em estudar psicologia já ir treinando pra LER MUUUUITO, vou indicar um livreto que foi muito importante na minha chegada ao mundo da psique, que é Cartas a um Jovem Terapeuta, do Contardo Calligaris. Ele é bem curtinho e tem em pdf aqui. A leitura é muito fluida e fácil, vale muito a pena!!
Pra finalizar, tenho que dizer que trabalhar com psicologia é trabalhar com pessoas, com diversas realidades e modos de pensar. Para se preparar pra isso, é preciso desconstruir-se por inteiro para reconstruir-se mais forte, capaz de lidar com a dor da alma de outro humano. Estudar psicologia não é pra se conhecer, é pra mergulhar num desconhecimento total; não é adquirir um saber soberano sobre o outro, mas estar apto a lidar com a busca do outro. Psicologia não é só para obter um diploma e ter uma profissão, estudar psicologia é para a vida.

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” – Carl. G. Jung

E aí, o que acharam? É um curso bem intenso, né?
Não deixem de visitar o blog da Gi, onde ela fala um pouquinho mais da saga de ser aluna de psicologia e da vida em geral! <3

Beiiijos!

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10 coisas que você vai aprender no intercâmbio

Oi pessoal, tudo bem? E aí, viram só o novo visual do bloguxo? <3 Tô IN LOVE demaaaais! \o/ Queria agradecer muuuito a Keyko, que fez tudinho pra mim, com muita paciência e carinho! Ficou do jeitinho que eu queria! (Keyko, desculpa as encheções de saco… Você é DEMAIS!)
E, por isso, trouxe um post super especial, sobre o assunto que eu sei que vocês mais gostam: intercâmbio! Afinal, quem já fez quer de novo, quem nunca fez, sonha em fazer e quem tá pra fazer não tem outro assunto melhor, né? Haha Espero que gostem, trouxe pra vocês 10 coisas que você nem imagina que vai aprender no intercâmbio! Vamos lá?

1. Balada é legal sim!

10 coisas que você vai aprender no intercâmbio
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E é também o melhor lugar pra você conhecer pessoas em um intercâmbio, mesmo com toda a barulheira… Você vai descobrir que música brasileira toca no mundo inteiro e, provavelmente, se não gosta de sertanejo, vai passar a gostar, porque toda vez que ouvir vai sentir aquele gostinho de casa e se sentir mais perto de quem te faz sentir saudade.

2. Não dá pra blogar lá fora

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Desculpe jogar essa verdade na sua cara, mas não, não dá pra blogar durante o intercâmbio. Provavelmente se você já tem um blog, você vai viajar com mil planos e projetos de posts, se você não tiver um blog, vai querer fazer um, pra registrar cada segundo dessa maravilhosa aventura. Mas as chances disso tudo dar certo são mínimas…
Você vai estar tão ocupado com tudo que tem pra fazer, com os estudos, os novos amigos, os novos costumes, as viagens, enfim… Tudo. Então, gerenciar o tempo e cuidar de um blog vai ser beeem difícil, amiguinho.

3. TUDO é “comível”

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Provavelmente seus hábitos alimentares irão mudar – e muito! -, quanto mais exótico o país de destino, mais você precisará adequar seu paladar. Comida brasileira é luxo fora do Brasil e é cara. Se você tem uma dieta restritiva acabará tendo que gastar uma boa quantia para mantê-la, abrir mão de algumas coisas e/ou adaptar outras. Se você já é do tipo que come de tudo, vai aprender a fazer as maiores gororobas pra matar a fome sem gastar muito e poder viajar mais!
Áh! E se você não sabe cozinhar, vai aprender, pode apostar.

4. Amigos se tornam família

10 coisas que você vai aprender no intercâmbio
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Quando aceitamos o desafio de partir para outro país e deixar a família para trás, a amizade se torna nosso vínculo mais forte. Você vai conhecer a pessoa hoje e, em duas horas de papo, já vão saber mais um sobre o outro do que você soube a vida inteira sobre seu melhor amigo. Vocês vão precisar um do outro, vão dormir um na casa do outro, vão viajar junto e vão parecer inseparáveis. A despedida vai doer, vai parecer pior do que a despedida dos seus pais no aeroporto – porque seus pais você sabia que iriam estar ali no fim do intercâmbio, o amigo novo não -. E, provavelmente, você também vai se apaixonar mais fácil, se entregar mais fácil, tudo vai ser mais intenso e mais rápido do que era no seu país e isso tá ok, porque é assim mesmo que as coisas são quando estamos em um intercâmbio: intensas e rápidas.

5. Não há espaço para preconceitos

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Religião? Raça? Credos? Idiomas? Orientação sexual? Nada disso importa. É quando estamos longe de nossa “bolha” que conseguimos enxergar melhor as pessoas e percebemos que são todas pessoas e é a diferença que elas carregam em si que vão acrescentar -e muito!- em nossas vidas. Quanto mais diferente melhor, as novas experiências vão te tornar uma pessoa melhor e te desprender de amarras e pré-conceitos que você talvez carregue, mesmo que inconscientemente!

6. Viajar sozinho é tudo de bom!

10 coisas que você vai aprender no intercâmbio
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Sim, você vai fazer grandes amigos, como eu disse no item 4, mas essa amizade vai ser tão intensa, que você vai ter que tomar muito cuidado, porque qualquer briguinha vai ser intensa também e pode acabar com essa amizade. Então, por isso mesmo, você vai descobrir que viajar sozinho é tudo de bom! Afinal de contas: viajar é cansativo, cheio de coisas que podem dar errado e estresse, então, antes só do que mal acompanhado, saindo de viagem em pequenos grupos ou sozinho vai ser muuuito mais fácil curtir os momentos e deixar a viagem mais gostosa.

7. Você vai virar o mestre das selfies

10 coisas que você vai aprender no intercâmbio
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Sua mãe vai falar “áh, mas eu não quero ver foto de paisagem, quero ver fotos suas!” e você, como um bom filho, vai descobrir seu melhor ângulo e caprichar nas selfies pra mamãe- e pode apostar que depois de uns anos você também só vai querer ver essas fotos, as fotos de paisagem a gente acha no Google

8. Seu mundo cabe numa mochila

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Principalmente se você for pra Europa e viajar de Ryanair, vai precisar aprender a compactar seu guarda-roupa e tudo mais o que você precisar numa mochilinha de 10 quilos! E, mesmo se for viajar com companhias aéreas que suportam mais peso, vai ver que quanto menos melhor e que praticidade é tudo. Afinal de contas, no intercâmbio temos que aproveitar os momentos e não as coisas! Então, meu amigo, se você for do tipo que tem dificuldades em desapegar já comece exercitando esse seu lado e lembre-se: não encha sua mala na ida, porque na volta você terá o dobro para trazer.

9. Seu guarda-roupa não combina com o intercâmbio

10 coisas que você vai aprender no intercâmbio
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Esqueça os vestidos, os saltos, os acessórios, os itens da moda. Tudo o que você precisa é de camiseta, jeans, um bom tênis ou bota confortável e um casaco quente – e algumas trocas de roupa de baixo, claro! -. Fora do Brasil, roupa é uma coisa muito barata, mas compensa mais você comprar as roupas para usar quando voltar e lá só usar os itens básicos mesmo, por mais que você queria ir a festas em outros países, o espaço que um sapato chique ocupa na mala é muito precioso.

10. Você é capaz de se comunicar em qualquer língua

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Gestos, palavras soltas, apontar em mapas, tudo vale na hora de se comunicar e, relaxa, não fique com medo de ir á França sem falar francês, ou á Polônia, sem falar polonês, a gente sempre arruma um jeitinho de se comunicar e você não vai passar fome nem ficar perdido. Mas é claro, é preciso cuidado porque gente mal intencionada existe no mundo inteiro. Então busque informações com pessoas confiáveis: funcionários do metrô, policiais e pessoas que trabalhem com turismo.

E você? O que aprendeu com o seu intercâmbio? Ou o que espera aprender quando fizer um? 😀

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RESENHA: Vingança Mortal, de Raquel Machado

Oooooi pessoal! Hoje eu trago um post bem especial!

Lembram que eu falei da parceria com a autora Raquel Machado? Então, eu finalmente trouxe a resenha desse livro MARAVILHOSO para vocês! <3 Espero que gostem e que isso atice vocês a ler :p

Até que ponto realmente conhecemos as pessoas?

Título: Vingança Mortal
Autor: Raquel Machado
Editora:
Páginas: 117
Sinopse: Ao receber uma ligação sobre a morte de sua melhor amiga, Brenda volta a sua cidade natal, Lageado Grande. Lá ela vai ao velório de Nicole, onde encontra seu rosto marcado por facas. Uma dúvida surge: será que realmente foi um acidente como todos falam?

Ao voltar para casa algumas pistas aparecem, e Brenda fica obstinada a investigar a morte de Nicole. Ela decide então voltar as suas raízes. Porém, o tempo parece ter mudado muitas coisas, inclusive as pessoas que ela imaginava conhecer.

Envolvida em uma rede de intrigas, dinheiro, drogas e traição, ela se vê prestes a montar um quebra-cabeça, onde cada peça parece se encaixar com extrema exatidão. E a solução para esse mistério, pode revelar um segredo escondido há muito tempo”.

“Toda ação provoca uma reação de igual ou maior intensidade, mesma direção e em sentido contrário”. – Terceira Lei de Newton.

Atenção: daqui pra baixo pode conter spoiler!

A narrativa é predominantemente realizada em primeira pessoa: Brenda é a a personagem principal, responsável por nos levar para dentro das 117 páginas…
E, como toda narrativa de mistério, algo em primeira pessoa deixa tudo mais emocionante!
A autora acertou no quesito suspense, vamos descobrindo pistas aos poucos, algumas até passam despercebidas, (coisa que eu amo!), o livro não é nem um pouco previsível e, quando você acha que encontrou a resposta… Você erra!
O livro gira em torno da história de seis amigos da época da escola, 3 casais, com uma pegada das histórias de high school americanas sabe? Todos encontram o amor da vida no ensino médio…

“A escola é uma época primordial na vida de todos. É onde aprendemos quem somos de verdade. A minha época de escola foi muito feliz, eu era a menina popular, aquela que todo mundo quer ser, e tinha minha turma de amigos inseparáveis. Alan era o astro do time de futebol e nos apaixonamos assim que nos vimos. Nosso amor era tão grande que casamos após a formatura.
Ricardo e Elenor eram os certinhos, os mais inteligentes da turma, aqueles que só tiravam 10 e formavam os grupos de estudos, e apesar de sempre discordarem, tinham uma química indiscutível.
Luis e Alice eram os festeiros, parceiros para qualquer programa, sempre alegres e aventureiros, eram eles que agitavam a turma para as famosas jantinhas, sempre regadas com muita música e curtição.
Nicole era minha melhor amiga, e ela se apaixonou por Cristian. Os dois eram o oposto de todos nós, eles não eram populares, não tiravam notas altas e nem participavam das grandes rodas sociais, eles eram o que chamávamos de renegados.
Mas sinceramente isso não me importava, pois gostava muito deles…”

O tempo passa e Brenda muda de cidade com seu marido, o contato com os amigos diminui até que ela recebe uma ligação: Nicole está morta, foi um acidente de carro.
Inconformada com a notícia, Brenda tem certeza que não foi bem assim e começa uma investigação na qual todos são suspeitos de terem assassinado sua melhor amiga, mas descobre também que não pode mais contar com os amigos como contava antes, porque ninguém mais é o que parece ser.

A narrativa te prende e você fica se perguntando: por que tão curto? 117 páginas são pouco para matar a sede de mistério… Mas, quando você chega ao final vem aquele alívio: agora descobrimos o assassino!
Nada melhor que um livro desses para ler em um final de semana todinho, porque é do tipo de livro que, depois que você começa você não consegue largar pra nada!


Você pode adquirir o livro direto com a autora, por apenas R$25 – você leva o livro autografado + marcador e o frete tá incluso!
(E-mail / Blog / Skoob/ Google+ / Twitter / Facebook), ou nos sites abaixo:

Versão impressa:

Versão Digital

Amei a parceria, amei o livro e quero mais hahahaha Peço desculpas a Raquel Machado pela demora do post… O blog e eu tivemos mil e um problemas nesse tempo… Espero que vocês também gostem tanto quando eu! 😀

Beijos e até mais!

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Aime Reis

Aime, ou Klaryan, ou K-Chan. Você escolhe.
30 anos, cidadã do mundo, que viaja sozinha desde os 17.
Formada em Letras (português, japonês e espanhol), quase poliglota, professora, escritora, produtora de conteúdo e designer sempre que pode.
Apaixonada por academia, pelo inverno, por seus cachorros Yuki, Dudu, Jade e Chico, por seu filho Kauã e seu filho Pedro, canecas, Harry Potter, cultura japonesa, tomar açaí na tigela, sorvetes com “cor de veneno“, ler e escrever.

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